Ninguém sofre mais com o descaso dos governantes em relação à segurança pública do que as mães. Pode ser que muitas de nós não compreendamos profundamente o funcionamento das forças de segurança e o impacto das decisões governamentais sobre elas, mas nós, mães, conhecemos bem – e sofremos intensamente – as consequências da negligência estatal ou das ações que, direta ou indiretamente, protegem bandidos.
Os traficantes brasileiros há muito deixaram de ser meros vendedores de drogas. Eles se transformaram em narcoterroristas – uma realidade que não pode mais ser ignorada. Moradores de comunidades e brasileiros em geral vivem constantemente aterrorizados por esses grupos, que tomaram territórios e os converteram em zonas de exclusão, onde a lei e a ordem estatal não vigoram. Nessas áreas, não há soberania: imperam a sombra da morte e o terror do silêncio forçado.
Na América do Sul, uma tríade de governantes – Maduro, Petro e Lula, o chamado Trio da Destruição – parece atuar incansavelmente para favorecer os traficantes, inclusive recusando-se a classificá-los como narcoterroristas. O que eles têm em comum? Cada um a seu modo, defende e protege, direta ou indiretamente, esses criminosos.
O PT governa o Brasil há mais de 17 anos, e seus governos são marcados pelo aumento da ousadia dos bandidos e das taxas de homicídios. Como seria diferente? Quem esquece a escuta telefônica em que um narcoterrorista afirma que o PCC tinha “diálogo cabuloso com o PT”? Ou o fato de o governo Lula ter pago passagens aéreas e aberto portas de ministérios para a Dama do Tráfico? E o ministro da Justiça de Lula (hoje no STF) que entrou, sem esquema de segurança, no Complexo da Maré (local onde nem a polícia consegue entrar porque é área dominada pelo Comando Vermelho), para se reunir com “lideranças” da comunidade? Como ignorar as imagens de bandidos fazendo festa nos presídios ao anunciarem a vitória de Lula nas eleições?
Lula e seus aliados parecem defender os traficantes por causa de suas palavras e ações. Por exemplo, o governador do Rio de Janeiro pediu ajuda (três vezes) ao governo federal para realizar a operação, mas foi negado. A Polícia Federal, sempre ágil para prender idosas e mulheres manifestantes do 8 de janeiro, recusou-se a combater traficantes em apoio às polícias civil e militar do Rio. Na Indonésia – onde o tráfico é punido com pena de morte –, Lula declarou que os traficantes são vítimas dos usuários. Respeite-nos, Lula!
VÍTIMAS são as mães que vivem apreensivas, orando para que os filhos voltem vivos da escola, sem serem aliciados por traficantes ou assaltados por ladrões de celular que “roubam para tomar uma cervejinha”.
VÍTIMAS são os trabalhadores que saem cedo e, aterrorizados, atravessam barricadas e bocas de fumo controladas por “vítimas” armadas de fuzis, sem saber se voltarão para casa.
VÍTIMAS são os comerciantes obrigados a pagar “taxas de proteção” aos narcoterroristas que dominam suas comunidades e os ameaçam de morte constantemente.
VÍTIMAS são os policiais que perdem a vida protegendo cidadãos de bem contra a ação dos narcoterroristas que o governo defende.
VÍTIMAS são as famílias que choram a ausência de parentes que foram assassinados por narcoterroristas.
VÍTIMA é a sociedade que ouve o silêncio ensurdecedor do presidente, incapaz de consolar familiares de policiais mortos ou homenagear heróis caídos no combate ao narcotráfico.
Os narcoterroristas mortos não eram vítimas, mas algozes. Colheram o que plantaram: violência, destruição e morte. Enfrentaram a polícia com bombas, drones e armamento pesado, mas foram derrotados porque o bem sempre prevalecerá, por mais que a imprensa – paga pelo governo com dinheiro do povo – tente vender a narrativa de que os narcotraficantes foram as vítimas.
As escolhas dos narcoterroristas transformaram até suas próprias mães em vítimas da tristeza e da desolação. Nenhuma mãe gera um filho para o crime ou sonha com esse destino. Essas mães também sofrem pelas decisões de seus filhos e pelos governantes que, direta ou indiretamente, incentivam o crime em vez de combatê-lo.
Oremos para que Deus console também essas mães cujos filhos se tornaram criminosos perigosos, destruindo vidas e famílias.
Ao tratar narcotraficantes como vítimas, Lula torna-se cúmplice da dor e da destruição que o tráfico espalha. Justificar o injustificável e defender o indefensável custa vidas inocentes.
Oremos pelo governo do Rio, pelos policiais e suas famílias, por todos que defendem os cidadãos de bem e, especialmente, pelos moradores das comunidades dominadas pelos narcoterroristas – que Deus os proteja e os livre desse mal constante.
Brasília – DF, 30 de outubro de 2025.
EQUIPE PL MULHER
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