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Vereadora Ágatha Barra cobra explicações da Prefeitura de Belém após suspensão de neurocirurgia e morte de adolescente no PSM da 14

Vereadora Ágatha Barra (PL-PA) - Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa
Vereadora Ágatha Barra (PL-PA) - Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa

Pará – A vereadora Ágatha Barra (PL-PA) protocolou requerimento na Câmara Municipal de Belém solicitando informações detalhadas à Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) sobre a suspensão dos serviços de neurocirurgia no Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, o PSM da 14, e o óbito de um paciente adolescente na unidade.

O pedido ocorre em meio ao agravamento da crise na saúde pública da capital, já exposta por denúncias de falta de especialistas, pacientes nos corredores e desorganização no atendimento de urgência.

No documento, a parlamentar aponta que a interrupção do serviço essencial pode estar relacionada a falhas administrativas, incluindo possíveis pendências financeiras e ausência de formalização contratual de profissionais.

“Estamos falando de um serviço de alta complexidade que simplesmente deixou de funcionar. É uma falha grave que pode custar vidas”, afirmou Ágatha Barra (PL-PA).

A vereadora solicita esclarecimentos sobre a contratação de neurocirurgiões, a existência de débitos com os médicos, o período exato de suspensão do serviço e quais medidas emergenciais foram adotadas para evitar a desassistência à população.

Outro ponto do requerimento é o pedido de explicações detalhadas sobre a morte do adolescente, com a solicitação de informações sobre eventual relação entre o óbito e a indisponibilidade do atendimento especializado.

“A população tem o direito de saber se houve relação com a ausência de atendimento especializado”, declarou.

“Nosso papel é fiscalizar e cobrar respostas. Não podemos aceitar que um serviço essencial como a neurocirurgia fique indisponível enquanto pacientes aguardam atendimento em situação de risco”, reforçou a parlamentar.

A vereadora reforça o papel fiscalizador do seu mandato diante de um cenário considerado crítico, especialmente em áreas de alta complexidade como a neurocirurgia.

“Quando falta gestão, quem paga é a população. E, nesse caso, estamos falando de um cenário que envolve risco direto à vida das pessoas”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Vereadora