Brasília – Deputada é uma das principais articuladoras da iniciativa que nasceu com foco na prevenção do feminicídio e hoje integra uma política nacional de proteção às mulheres.
E se fosse possível agir antes da violência acontecer?
Antes da ameaça se transformar em agressão. Antes da agressão se transformar em uma medida protetiva descumprida. Antes de uma mulher entrar para uma estatística de feminicídio.
Foi a partir dessa lógica que nasceu o “Programa Antes que Aconteça”, iniciativa que tem entre suas principais articuladoras a deputada federal Soraya Santos (PL-RJ) e que transformou a prevenção à violência contra a mulher em uma prioridade de política pública.
O programa foi instituído nacionalmente pela Lei nº 15.398, de 30 de abril de 2026, estabelecendo uma política integrada de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.
Prevenir antes de remediar
A atuação de Soraya Santos (PL-RJ) nessa pauta parte de uma ideia simples, mas fundamental:
“não basta proteger a mulher depois que a violência acontece. É preciso criar mecanismos para impedir que ela aconteça”.
Desde o início da construção do programa, a deputada defendeu uma rede de proteção capaz de integrar diferentes áreas, segurança, Justiça, saúde, educação, assistência social e tecnologia.
Em discursos na Câmara, Soraya (PL-RJ) destacou que o feminicídio pode ser evitado quando o sistema de proteção funciona de maneira integrada e quando uma medida protetiva deixa de ser apenas um documento e passa a contar com mecanismos efetivos de fiscalização e proteção.
Tecnologia a serviço da vida
Um dos pilares da atuação de Soraya (PL-RJ) no “Antes que Aconteça” é o uso da tecnologia como ferramenta de proteção.
A experiência desenvolvida no Rio de Janeiro inclui mecanismos como tornozeleira eletrônica para agressores e botão do pânico para mulheres, criando uma camada adicional de proteção para vítimas que possuem medidas protetivas.
A própria deputada levou essa experiência para o debate nacional, defendendo que a tecnologia seja utilizada para aproximar a mulher da rede de proteção e permitir respostas mais rápidas diante de situações de risco.
Uma rede que começa antes da violência
O “Antes que Aconteça” não se limita à resposta policial.
A proposta nacional prevê ações articuladas entre Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, além da participação do Ministério Público, setor privado e sociedade civil. Também contempla prevenção, educação, atendimento às vítimas, monitoramento de agressores, produção de dados e fortalecimento da rede de proteção.
Esse olhar preventivo também alcança meninas e adolescentes.
Soraya (PL-RJ) já destacou que o trabalho precisa começar cedo, inclusive nas escolas, com ações de conscientização sobre relacionamentos abusivos e formas de violência.
Da experiência do Rio para todo o Brasil
Uma das marcas da atuação de Soraya Santos (PL-RJ) é justamente transformar experiências que funcionam localmente em políticas capazes de alcançar mais mulheres.
A deputada tem defendido a integração entre tecnologia, segurança pública, saúde e assistência para construir uma rede que não espere a violência chegar ao seu ponto máximo.
Em 2025 e 2026, Soraya (PL-RJ) também destinou recursos orçamentários para o programa, com emendas registradas na Câmara dos Deputados para apoio e estruturação de políticas voltadas às mulheres no âmbito do “Antes que Aconteça”.
A iniciativa também avançou para o campo da inovação. Em 2026, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) anunciou, em parceria com o programa, um hackathon voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para prevenir a violência contra a mulher e fortalecer a rede de proteção.
Uma atuação que coloca a prevenção no centro
O nome do programa traduz a essência dessa atuação: agir antes que aconteça.
- Antes que uma ameaça vire agressão.
- Antes que uma agressão vire uma tragédia.
- Antes que uma mulher seja mais um número.
É essa mudança de lógica que Soraya (PL-RJ) defende em sua atuação: uma rede de proteção que não espere a violência acontecer para agir.
Porque proteger uma mulher não é apenas acolhê-la depois da violência. É fazer tudo o que estiver ao alcance do Estado e da sociedade para impedir que ela se torne vítima.*
E, nessa luta, a prevenção precisa chegar Antes que Aconteça .