Justiça confirma inocência de vereadora do PL em Indaial e desmonta narrativa de opositores

Vereadora Fernanda Santos Moser (PL-SC)
Vereadora Fernanda Santos Moser (PL-SC)

Santa Catarina – A Justiça catarinense confirmou recentemente a inexistência de qualquer conduta criminosa por parte da vereadora Fernanda Santos Moser (PL-SC), de Indaial/SC, no caso que envolvia acusações de criação de perfis falsos durante a campanha eleitoral de 2024. A decisão representou não apenas o fim de um processo injusto, mas também a desconstrução de uma narrativa política orquestrada para destruir a imagem pública da parlamentar.

Fernanda Moser foi alvo de graves acusações durante as duas últimas semanas do período eleitoral, em que liderava pesquisas de intenção de voto. À época, a ex-vereadora e ex-candidata à prefeita Ana Paula Reiter — atualmente atuando como assessora parlamentar de deputado estadual — imputou de forma pública e reiterada que Fernanda seria responsável por perfis anônimos nas redes sociais, voltados a criticar opositores políticos.

As acusações foram amplificadas por simpatizantes e veículos alinhados à oposição local, ganhando repercussão em redes sociais e até em portais de abrangência nacional. Uma das reportagens, inclusive, utilizou indevidamente o título de “primeira-dama”, com o claro intuito de causar dano político e pessoal à parlamentar e sua família.

Contudo, o processo judicial movido a partir das acusações foi arquivado após análise do Poder Judiciário, sob o número 5001246-91.2024.8.24.0508, por ausência total de provas e de justa causa. A decisão confirma aquilo que a vereadora sempre sustentou: não houve qualquer envolvimento com perfis falsos ou campanhas caluniosas.

“A verdade sempre prevalece. Infelizmente, usei meu tempo, minha saúde e minha energia, não para servir a população como deveria, mas para me defender de uma farsa cruel que tentou me destruir como mulher, mãe, advogada e representante do povo”, afirmou Fernanda, emocionada, ao comentar o arquivamento do caso.

Reputação destruída, danos irreversíveis

Mesmo diante da confirmação de sua inocência, os danos já estavam feitos. Fernanda foi alvo de ofensas em diversos locais públicos, redes sociais e até em seu escritório de advocacia, onde clientes passaram a questionar sua idoneidade. Sua filha menor de idade chegou a ouvir nas ruas e na escola que sua mãe estaria presa ou envolvida com “quadrilhas” e “drogas” — relatos que mostram a gravidade da violência simbólica que ultrapassou o campo político e atingiu o psicológico de toda uma família.
A parlamentar ajuizou, por essa razão, ação criminal reparatória contra a ex-vereadora Ana Paula Reiter, sob o número 5001239-41.2025.8.24.0031, buscando a responsabilização pelos danos causados — não apenas à sua imagem, mas também ao seu equilíbrio emocional, profissional e à paz familiar.

A assessora da vereadora Fernanda  (PL-SC), que também foi mencionada nas acusações da ex-vereadora, aguarda a mesma justiça: diante de todas as provas apresentadas pela parlamentar nos autos, a tendência é que sua inocência também seja reconhecida, encerrando de forma definitiva mais um capítulo da tentativa de destruição reputacional movida por interesses eleitorais.

Reflexão para a sociedade

O caso expõe uma ferida sensível no cenário político atual: o uso de narrativas falsas como arma de guerra eleitoral, sem qualquer consideração pelos impactos reais sobre vidas humanas, reputações e famílias.
Mais do que um ataque político, trata-se de uma tentativa deliberada de aniquilar moralmente uma mulher pública que ousou desafiar estruturas locais, amparada apenas pela sua coerência, integridade e defesa da verdade.

A sociedade precisa refletir: até que ponto vamos permitir que acusações sem provas, feitas por interesses/picuinhas pessoais, sejam mais poderosas que a verdade reconhecida pela Justiça? O caso vereadora Fernanda Moser (PL-SC) não é apenas sobre uma vereadora inocentada e que merece de justiça. É um alerta sobre os efeitos devastadores que a calúnia, a desinformação e o oportunismo podem causar quando ganham voz sem responsabilidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Vereadora