Dra. Eudócia (PL-AL) relata projeto que proíbe alterações no texto da Bíblia na Comissão de Educação

Relatora, Dra. Eudócia (PL-AL) é favorável à aprovação da proposta - Jefferson Rudy/Agência Senado
Relatora, Dra. Eudócia (PL-AL) é favorável à aprovação da proposta - Jefferson Rudy/Agência Senado

Brasília – A senadora Dra. Eudócia (PL-AL) apresentou parecer favorável ao PL 4.606/2019, que proíbe alterações, adaptações ou supressões no texto da Bíblia . A matéria está na pauta da Comissão de Educação e Cultura (CE) do Senado.

A Comissão de Educação e Cultura (CE) do Senado Federal analisa o Projeto de Lei 4.606/2019, que proíbe qualquer alteração, adaptação, supressão ou acréscimo nos textos da Bíblia .

A relatora da matéria, senadora Dra. Eudócia (PL-AL), manifestou-se favorável à proposta, destacando a relevância da proteção ao texto considerado sagrado por milhões de brasileiros.

De autoria do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA), o projeto busca assegurar a inviolabilidade dos capítulos e versículos da Bíblia e garantir a pregação de seu conteúdo em todo o território nacional.

Em seu relatório, Dra. Eudócia (PL-AL) ressaltou que a proposição reafirma o compromisso com a proteção da Bíblia Sagrada como fundamento da fé cristã. A senadora rejeitou emenda que previa o reconhecimento de versões canônicas oficialmente adotadas por diferentes confissões religiosas, entendendo que tal medida poderia gerar insegurança quanto à integridade do texto.

Por outro lado, a relatora apresentou emenda de redação para assegurar:

O projeto tem gerado debates no meio acadêmico e religioso. Em audiências públicas realizadas pela comissão, especialistas apresentaram posições divergentes quanto aos impactos jurídicos e teológicos da proposta.

Enquanto alguns teólogos apontaram possíveis desafios acadêmicos relacionados à interpretação histórica dos textos, representantes religiosos defenderam a iniciativa como mecanismo de preservação da integridade do texto sagrado.

A matéria integra a pauta da CE e, caso aprovada, seguirá a tramitação no Senado.

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Fonte: Agência Senado