Vereadora Ágatha Barra abre canal para denúncias contra planos de saúde e promete agir via CPI na Câmara de Belém

Vereadora Ágatha Barra (PL-PA) - Foto: /divulgação Câmara Municipal de Belém
Vereadora Ágatha Barra (PL-PA) - Foto: /divulgação Câmara Municipal de Belém

Pará – A vereadora Ágatha Barra (PL-PA) convocou mães e pais atípicos de Belém a denunciarem negativas de atendimento por parte de planos de saúde, especialmente em relação ao fornecimento de terapias para crianças e pessoas com deficiência. Em posicionamento público, a parlamentar anunciou a disponibilização do WhatsApp do gabinete para receber relatos e afirmou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na Câmara Municipal será instrumento de pressão contra operadoras que estejam descumprindo a lei.

De acordo com Ágatha (PL-PA), o fornecimento de terapias é direito assegurado e não pode ser tratado como concessão das empresas.

“Não vou aceitar que direitos sejam desrespeitados. Através da CPI aberta na Câmara de Belém, vamos agir com firmeza para pressionar as operadoras, como o IASEP, a Unimed, a Hapvida e qualquer outro plano que esteja negando atendimento”, declarou.

A vereadora ressaltou que o gabinete está acompanhando denúncias de negativas reiteradas, limitação de sessões e dificuldades impostas às famílias no acesso a tratamentos essenciais. Para ela, trata-se de uma realidade que atinge diretamente mães e pais que já enfrentam uma rotina exaustiva de cuidados e que não podem ser penalizados por falhas ou omissões das operadoras.

“Se o plano negou terapia, me chama. Você não está sozinho. Nós vamos enfrentar isso juntos”, reforçou.

Ágatha (PL-PA) destacou ainda que, além da atuação legislativa, outros órgãos poderão ser acionados para garantir o cumprimento das normas que regem os planos de saúde. A parlamentar enfatizou que a mobilização da sociedade civil é fundamental para fortalecer as investigações e dar visibilidade aos casos.

O canal para denúncias já está disponível pelo WhatsApp do gabinete: (91) 9 8027-0138. A vereadora orienta que os responsáveis encaminhem relatos detalhados, incluindo documentos que comprovem a negativa de atendimento.

A iniciativa reforça o compromisso com fiscalização mais rigorosa e medidas concretas para assegurar o direito à saúde das crianças e pessoas com deficiência.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Vereadora